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Este mapa mostra onde os países estariam na Pangeia

Cartógrafo amador italiano imaginou como seriam as fronteiras se o planeta ainda fosse formado por um único supercontinente

 

Acredita-se que a Terra tenha cerca de 4,54 bilhões de anos. Um fator importante para determinar a configuração geológica do planeta é a movimentação das placas tectônicas.

As principais teorias sobre o tema indicam a existência de seis placas tectônicas mais importantes, dentre elas a Norte Americana, a Africana e a Antártica. Há várias outras menores, como a de Juan de Fuca, no Pacífico.

As placas correspondem à litosfera, a crosta externa da Terra, que fica sobre uma camada de rocha derretida. Elas se movimentam, e acredita-se que entre 299 milhões e 273 milhões de anos atrás as principais placas estavam unidas em um supercontinente, chamado de Pangeia.

O cartógrafo amador italiano Massimo Pietrobon desenvolveu um mapa que mostra onde estariam os países atuais caso as placas tectônicas estivessem na mesma configuração da Pangeia. Brasil e Estados Unidos estariam colados à África, ligada na costa oposta à Antártica. A Pangeia era circundada por um oceano global, chamado de Pantalassa.

A existência da Pangeia foi sugerida pela primeira vez no início do século 20, pelo meteorologista e geofísico Alfred Wegner. A existência do supercontinente faz parte da hipótese, formulada originalmente por Wegner, de que os continentes se movem lentamente. O nome vem do grego “pangaia”, que significa “toda a Terra”.

Geólogos dividem o longo intervalo de existência da Terra na Escala Geológica de Tempo, que consiste, do espaço de tempo maior para o menor, em éons, eras, períodos, épocas e idades. 

Acredita-se que a Pangeia tenha se formado durante a era paleozóica, no período permiano, e que tenha começado a se subdividir na era mesozóica, durante o período jurássico.

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