As políticas de redes sociais para prevenir suicídios. E seus limites

Facebook, Twitter e Instagram têm ferramentas que tentam identificar quem precisa de ajuda e fazer intervenções. Casos recentes reacenderam debate sobre o papel das plataformas

 

Em 22 de janeiro, no Reino Unido, o pai de uma garota de 14 anos que havia se suicidado dois anos antes atribuiu a morte da jovem ao contato dela com o tema nas redes socias. “Não tenho dúvida de que o Instagram ajudou a matar minha filha”, disse à BBC.

O Instagram reagiu ao caso britânico afirmando que não permite “conteúdo que promova ou glorifique distúrbios alimentares, automutilação ou suicídio”, e que removeria todo o conteúdo do tipo.

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