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Moro e Dallagnol: diálogos, legislação e consequências

Quando era juiz da Lava Jato, Sergio Moro trocou mensagens com o procurador Deltan Dallagnol, que representa o lado da acusação, e fez sugestões sobre as investigações, segundo reportagem do site The Intercept

    Uma série de reportagens do site The Intercept Brasil colocou sob suspeita a isenção de Sergio Moro no julgamento de processos da Operação Lava Jato em Curitiba, a partir de conversas de Telegram atribuídas ao ex-juiz e ao procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação e representante do lado da acusação.

    As conversas privadas foram vazadas e reveladas inicialmente no dia 9 de junho. Outros trechos vieram a público no dia 12 de junho.

    Moro, hoje ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, e Dallagnol, ainda procurador da República, afirmam que tiveram condutas regulares e dizem que o conteúdo foi obtido de modo ilegal, com hackeamento. A princípio, nenhum deles negou a existência das mensagens. No dia 12 de junho, a força-tarefa da Lava Jato disse que “diálogos inteiros podem ter sido forjados” — foi a primeira vez que houve alguma negação a respeito do teor das mensagens.

    Diversos pontos da legislação brasileira tratam das regras de conduta de um juiz — com princípios mais gerais ou normas mais objetivas. Abaixo, o Nexo indica os diálogos, quais os trechos da lei e da Constituição e as possíveis consequências para o caso.

     

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