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Darkflix: um streaming brasileiro de terror e suspense

Criado por empresário mineiro, projeto terá ainda uma plataforma de quadrinhos. Primeira fase estreia em maio de 2019

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    Uma plataforma brasileira de streaming focada em exibir produções de horror, fantasia, ficção, mistério, suspense e gêneros relacionados está em desenvolvimento há três anos, e estará disponível, em etapas, nos próximos meses de 2019.

    A “Darkflix”, como foi chamado o serviço, foi idealizada pelo empresário mineiro Ernani Silva. A plataforma já tem um domínio registrado. No site, é possível se cadastrar e ser avisado quando o serviço estiver no ar.

    “É um público muito exigente e que cresce a cada dia. Acho que estavam ansiosos por um serviço como este”, disse Silva ao Nexo.

    O custo mensal da assinatura será de R$ 9,90. Permitirá o acesso em 2 players distintos e criação de vários perfis, como na Netflix.

    O catálogo contará com clássicos do cinema e TV, com títulos independentes e também de grandes estúdios. A prioridade são as produções que não teriam muito espaço em outros canais.

    A Darkflix irá estrear com 666 filmes e 333 episódios de séries e documentários, do filme “Godzilla” (1954) a séries como “Contos da Cripta” e “Além da Imaginação”.

    As 3 etapas

    Segundo Silva, a Darkflix será lançada em três fases:

    1. Um canal de TV por streaming com programação de 24 horas, gratuito, que será acessado por meio de um cadastro no aplicativo da Darkflix, previsto para maio de 2019;
    2. O serviço de filmes e séries, com estreias diárias de novos conteúdos, previsto para junho de 2019;
    3. Uma plataforma de quadrinhos, também gratuita, que funcionará dentro do mesmo aplicativo, previsto para setembro de 2019.

    Curadoria do catálogo

    Segundo Ernani Silva, a ideia é disponibilizar um novo filme por dia e uma série nova a cada semana.

    “Inicialmente, me concentrei no catálogo de produtores com os quais eu tinha já algum relacionamento comercial”, disse Silva, que tem experiência com a realização de produções desses gêneros.

    Ele começou criando uma planilha com dois mil títulos que considerava importantes para o projeto e, em seguida, passou a garimpar raridades.

    “Atualmente, estou focado nas parcerias com os grandes estúdios, produtores independentes locais e produções experimentais. Mas este é um trabalho que não termina nunca. Precisamos manter o interesse de nosso público”, disse.

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