Os sinais do governo sobre a prometida Lava Jato da Educação

De pente fino na gestão de recursos a mudanças em diretrizes contra uma ‘agenda globalista’ e uma ‘fábrica de militantes políticos’, proposta de Bolsonaro ainda não é clara

 

A expressão veio a público em 14 de fevereiro de 2019, após a assinatura de um protocolo de intenções do governo Jair Bolsonaro. Estava criada ali a chamada “Lava Jato da Educação”. Assinaram o documento o ministro da área, Ricardo Vélez Rodriguez, o ministro da Justiça, Sergio Moro, o controlador-geral da União, Wagner Rosário, e o advogado-geral da União, André Mendonça,

Desde então, Bolsonaro passou a defender a apuração de indícios de corrupção nos contratos do Ministério da Educação. “Muito além de investir, devemos garantir que investimentos sejam bem aplicados e gerem resultados. Partindo dessa determinação, o ministro professor Ricardo Vélez apurou vários indícios de corrupção no âmbito do MEC em gestões passadas. Daremos início à ‘Lava Jato da Educação’”, disse o presidente, na sua conta pessoal no Twitter, em 15 de fevereiro.

PARA CONTINUAR LENDO,
TORNE-SE UM ASSINANTE

Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
SEM DIFICULDADES

Já é assinante, entre aqui

Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.