O número de perguntas do Censo. E os planos de Paulo Guedes

Ministro critica excesso de questões em levantamento feito de dez em dez anos no Brasil. Ao ‘Nexo’ pesquisador do Centro de Estudos da Metrópole avalia a quantidade e a qualidade da pesquisa do IBGE

     

    O economista Paulo Guedes chancelou o nome de Jair Bolsonaro junto a empresários e investidores na eleição presidencial de 2018. Prometeu políticas liberais, com redução dos gastos públicos e do tamanho do Estado. Com o governo empossado, o agora ministro da Economia vem anunciado cortes em áreas variadas.

    No dia 22 de fevereiro, ao discursar na posse da nova presidente do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a economista Suzana Cordeiro Guerra, ele defendeu que o órgão venda prédios e corte também perguntas do Censo para diminuir os custos do estudo estatístico realizado de dez em dez anos. O próximo acontece em 2020.

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