O que se espera de político para o Carnaval de 2019

Para fazer crítica, sambas-enredo apostam em história e metáforas. Marchinhas populares na internet e nas ruas vão direto a Brasília

    Ao longo da história do carnaval, desfiles nos sambódromos brasileiros criticaram presidentes, ditaduras e planos econômicos. Fizeram sambas sobre o racismo, a devastação da Amazônia e a Operação Lava-Jato.

    Em 2018, os cantos “Monstro é aquele que não sabe amar”, da carioca Beija-Flor, e “Meu Deus, meu Deus, está extinta a escravidão?”, da Paraíso do Tuiuti, marcaram a ligação da festa com a política. Venceram em primeiro e em segundo lugares no campeonato do Rio.

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