O Escola sem Partido sob a ótica de 4 ativistas dos direitos à infância

Iniciativa que busca proteger estudantes de conteúdo inadequado baseia-se em trechos do Estatuto da Criança e do Adolescente; especialistas ouvidos pelo ‘Nexo’ dizem que, se aprovado, projeto deve restringir garantias

 

A comissão especial na Câmara dos Deputados que analisa o projeto de lei 7.180/14, que institui o Escola sem Partido, cancelou uma reunião na última quinta-feira (6), após repetidas tentativas da oposição de obstruir a votação da proposta ao longo de ao menos quatro semanas.

O projeto, criticado por parlamentares progressistas e apoiado pela base do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), fala em combater o que chama de “doutrinação ideológica”, em promover a neutralidade política e em favorecer valores familiares, religiosos e patrióticos no ensino. Exclui as temáticas de gênero e sexualidade do currículo escolar.

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