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O projeto chinês de moradia que permite viver em Marte

Unidade habitacional projetada por escritório de arquitetura é autossustentável e não precisa de recursos da Terra para funcionar

     

    “Imagine que a humanidade se veja forçada a colonizar Marte (...) ali, não podemos depender de nossos recursos naturais (...) Ali, não temos escolha a não ser reduzir o consumo excessivo de nossos antigos estilos de vida e portar apenas o básico mínimo”, declara o texto de apresentação de uma casa que permitiria que humanos vivessem em Marte.

    Projetada pelo escritório de arquitetura chinês Open, o módulo habitacional prescinde de recursos da Terra para funcionar.

    “Um lugar de energia auto-circulante e gasto zero”, descreve o texto de apresentação do projeto. Os utensílios eletrônicos da casa são conectados entre si e integradas em um aparelho central chamado de Home (“lar”). Sem fio e conectados a um smartphone, eles são fabricados pela chinesa Xiaomi e estão disponíveis no mercado.

    O dispositivo central da casa utiliza e recicla o calor e a condensação gerados por cada equipamento individual e realimenta o sistema, fazendo a energia circular. Água e ar também são reciclados pelo módulo.

    Chamado Mars Case (“caixa de Marte”, em tradução livre), a unidade tem 2,4 m x 2,4 m x 2 m. A partir dela, um apêndice pode ser inflado, aumentando o espaço interno. Essa parte pode depois ser desinflada e rearmazenada.

    Em 26 de novembro de 2018, a nave InSight pousou em Marte, depois de uma viagem de sete meses. A missão foi lançada em maio de 2018 na Califórnia e tem como principal objetivo investigar o interior do planeta vermelho, observando detalhes da geologia marciana.

    A última vez que uma nave aterrissou em Marte foi em 2012. A missão faz parte de empreitadas humanas de investigação do planeta rochoso, uma das quais descobriu por lá a existência de água em estado líquido.

     

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