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Este mapa interativo mostra o avanço do #MeToo pelo globo

Movimento feminista de denúncia de abuso sexual ganhou força em 2017 nos Estados Unidos e vem crescendo na Ásia

 

Em 2006, a ativista Tarana Burke lançou o uso da frase “me too”, ou “eu também”, em português, em seu perfil na rede social Myspace. O objetivo era incentivar outras mulheres negras a exporem casos de abuso sexual como forma de gerar empatia sobre eles.

Em outubro de 2017, poucos meses após denúncias de abuso cometidas na indústria cinematográfica americana, incluindo atos do poderoso produtor Harvey Weinstein, tomarem o noticiário americano, a atriz Alyssa Milano instou seguidoras de sua conta no Twitter a usarem a hashtag “#MeToo” em um esforço para chamar atenção para abuso de poder e violência sexual.

Rapidamente, atrizes com grande visibilidade, como Gwyneth Paltrow, Uma Thurman e Jennifer Lawrence e outras milhares de mulheres embarcaram no movimento, que se transformou em um fenômeno mundial.

Desde meados de 2018, a hashtag tem sido usada com o mesmo propósito por mulheres asiáticas, que renovaram a tração do movimento.

Em novembro de 2018, o Google lançou Me Too Rising, um mapa interativo que agrega os dados sobre uso da hashtag pelo mundo desde o final de 2017. Ele permite observar a maneira como o movimento se espalhou pelo globo desde que foi lançado, e em quais pontos ele está mais forte no momento.

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