As forças no Congresso. E como fica a oposição a Bolsonaro

Vitória do capitão reformado e ascensão do PSL muda quadro político e deixa partidos tradicionais fora do governo. Sem mandato, Haddad e Ciro buscam protagonismo

 

A vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais de domingo (28) consolidou a mais profunda alteração do quadro político-partidário brasileiro desde o fim da ditadura. O presidente eleito, o seu PSL e os partidos fiéis à sua candidatura eram forças insignificantes quatro anos atrás, mas ganharam importância na eleição e são o novo centro do poder em Brasília.

O PSL, que só tinha vencido eleições para governador uma vez em toda a história, elegeu, além do presidente da República, a segunda maior bancada da Câmara, com 52 deputados, além de 4 senadores e outros 3 governadores. Aliados de Bolsonaro em outros partidos foram eleitos ainda governadores nos três maiores colégios eleitorais do país: João Doria (PSDB-SP), Romeu Zema (Novo-MG) e Wilson Witzel (PSC-RJ).

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