Por que proibir livros para crianças é pedagogicamente ruim

Colégio no Rio suspendeu livro com história passada na ditadura militar depois de reclamações de pais; educadores ouvidos pelo ‘Nexo’ falam sobre a importância do acesso a conteúdos diversos

     

    Depois de sofrer pressões de pais, o tradicional colégio carioca Santo Agostinho removeu de sua lista de leituras para alunos do sexto ano a obra “Meninos sem pátria”, de Luiz Puntel. Escrita em 1981, a obra conta a história de um jornalista que deixa o Brasil por estar na mira da repressão política. É um clássico da série Vaga-Lume, coleção de livros infanto-juvenis de estrondoso sucesso.

    Os protestos dos pais, que promoveram um abaixo-assinado, foram endossados pela página de Facebook Alerta Ipanema, que traz em sua foto de capa uma imagem de apoio às candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência e de Flavio Bolsonaro (PSL) ao Senado.

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