A habitação nos planos de governo dos presidenciáveis

Dos 13 candidatos, 4 não mencionaram moradia em seus programas. E apenas 5 têm propostas para o Minha Casa, Minha Vida, principal programa do governo federal

 

O desabamento pós-incêndio em maio de 2018 do Wilton Paes de Almeida, prédio público ocupado irregularmente por 200 famílias sem teto no Largo do Paissandu, centro de São Paulo, extrapolou os limites da comoção local e expôs resultados graves do deficit de moradias, um problema tão antigo quanto o Brasil urbano.

Em agosto, três meses depois do incêndio, 22 famílias ainda estavam acampadas no largo, até que aceitaram desocupar o local e ir para abrigos. Assim como elas, 6,35 milhões de famílias brasileiras não têm casa ou vivem em condições insuficientes de moradia (em habitações precárias, como favelas, ou com ônus excessivo de aluguel), segundo dados de 2015 da Fundação João Pinheiro. Além disso, uma estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) mostra que, naquele ano, mais de 101 mil pessoas viviam em situação de rua no país.

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