Por que a obra de James Baldwin precisa ser lida no Brasil

Em entrevista ao ‘Nexo’, uma editora, um sociólogo e um antropólogo, conhecedores da obra do escritor e ativista americano, detalham a importância de conhecê-la hoje

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    Ao assistir aos primeiros minutos do documentário “Eu não sou seu negro”, é difícil não se perguntar o que o escritor e ativista James Baldwin americano teria a dizer sobre os Estados Unidos do presente, que em 2016 elegeram Donald Trump.

    Na cena que abre o filme, ao ser perguntado por um repórter branco sobre a melhora na situação dos negros no país, sobretudo no campo da representatividade, Baldwin diz não haver muita esperança e coloca a questão sobre o que aconteceria ao país.

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