Por que o MST aposta na produção de alimentos orgânicos

Defensora da agroecologia como contraponto ao agronegócio, organização dos sem-terra vê na comercialização de produtos uma oportunidade de 'diálogo com a sociedade'

 

“Desses sem-terra aqui eu gosto, aquele que fecha a pista [estrada] eu não gosto”, disse uma senhora a uma assentada do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) que comercializava sua produção na barraca de uma feira organizada pelo movimento em Maceió. “Mas aqueles sem-terra e esses aqui são os mesmos”, respondeu a vendedora.

A história foi contada por Débora Nunes, da coordenação nacional do MST, ao Nexo. Serviu como exemplo do diálogo que o movimento acredita poder estabelecer com a sociedade urbana por intermédio de suas feiras agroecológicas.

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