Os projetos que tentam modificar a licença-paternidade no Brasil

Maior parte das propostas visa estender duração do benefício. Uma licença maior teria impactos psicológicos e sociais, segundo especialistas

    Em 1967, aparecia pela primeira vez na lei brasileira a ideia de permitir a um pai se ausentar do trabalho registrado em carteira para ficar com o filho recém-nascido. Em um adendo à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi inaugurada assim a licença-paternidade no país. A ausência remunerada se resumia a uma folga. Literalmente: a licença era de apenas um dia.

    Quase 50 anos depois, a Constituição Federal ofereceu uma proposta mais compreensiva. Pais podiam agora ficar cinco dias longe do trabalho, de acordo com o texto. O período mais extenso determinado pela Constituição se sobrepôs à CLT. Segundo a carta, o mesmo benefício também vale para pais adotivos.

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.