O debate sobre a venda de um quadro em nome da sobrevivência do MAM Rio

Para garantir estabilidade financeira, museu pretende vender obra do americano Jackson Pollock que é parte do seu acervo desde a década de 1950

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    A venda de um quadro do acervo de um museu como o MAM Rio (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro) seria um procedimento costumeiro, não fosse um detalhe: seu propósito.

    Isso porque a instituição carioca anunciou sua intenção em vender a tela “Number 16” do pintor americano Jackson Pollock (1912-1956) para garantir a sua própria sustentabilidade financeira pelas próximas décadas. Para que a venda seja concretizada o Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) deve ainda autorizar o procedimento.

    No centro do debate, o fato de que a medida contraria princípios éticos acordados pelas maiores associações de museus do mundo.

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