Por que Zuma renunciou na África do Sul. E o que sua queda representa

Depois de 9 anos no poder, presidente sul-africano deixa o cargo, pressionado por casos de corrupção e por descrédito entre a juventude de seu próprio partido

 

A renúncia do presidente sul-africano, Jacob Zuma, e a ascensão do vice, Cyril Ramaphosa, na quarta-feira (14), não é apenas uma troca de cargos, mas uma mudança profunda na história recente sul-africana.

Zuma é um dos maiores herdeiros do capital eleitoral resultante da luta contra o Apartheid, o regime de ódio racial que vigorou na África do Sul entre 1948 e 1994. Ele governava há nove anos ininterruptos, até que uma série de acusações de corrupção levou ao fim tumultuado de seu atual mandato, iniciado em 2009.

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