O que Bolsonaro não sabe sobre tortura, execução, ditadura e guerra

Deputado Federal e pré-candidato à Presidência usa raciocínio bélico para justificar crimes proibidos até mesmo pelo direito da guerra

     

    O deputado federal e pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSC-RJ) tentou, na segunda-feira (9), justificar os “excessos” cometidos pelos militares durante a ditadura mais recente no Brasil, que durou de 1964 a 1985.

    O contexto em que a palavra “excessos” foi empregada diz respeito ao uso da violência contra dissidentes do regime. Segundo Bolsonaro, “houve excessos porque, em guerras, morrem inocentes”.

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