Como o acaso e o ‘nonsense’ podem ajudar o processo criativo de designers

Projeto de pesquisadora do MIT transforma processo criativo usado por consultoria de inovação e design em ‘jogo’ virtual

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    Há quem diga que a sociedade viva hoje uma “crise de ideias”. Assumindo que a afirmação esteja correta, a pesquisadora do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) Philippa Mothersill desenvolveu uma solução on-line voltada para designers a fim de ajudá-los no processo criativo.

    Chamado de “design(human)design”, a ferramenta partiu da experiência adquirida pela pesquisadora observando o processo criativo da empresa americana de design e consultoria em inovação Ideo.

    “A idéia é que existem algumas ‘variáveis’ com as quais designers jogam e, muitas vezes, gostam de provocar sua criatividade com inspirações ‘aleatórias, mas propositadas’”, diz Mothersill, que buscou com sua pesquisa encontrar uma solução computacional simples para “imitar” o complexo processo criativo. Algo com o que a mesma pesquisadora já havia trabalhado antes em um projeto chamado EmotiveModeler, que cria objetos 3D a partir de termos e emoções, como medo e alegria.

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