O que aconteceu com as propostas da Escola sem Partido pelo Brasil

Vereadores de Campinas, em São Paulo, encaminham aprovação de lei que retira debate político das salas de aula da cidade. Iniciativas semelhantes no resto do país esbarram em vetos e no STF

    A Câmara Municipal de Campinas aprovou na segunda-feira (4), em primeiro turno, o projeto de lei que instaura a Escola Sem Partido na cidade. A ideia é proibir que os professores “doutrinem” seus alunos com “ideologias” próprias, segundo o vereador Tenente Santini (PSD), autor da proposta.

    Santini pretende tirar a urgência do projeto e atrasar a segunda rodada de votação, necessária para que ele seja enviado para sanção do Executivo. A ideia é promover uma audiência pública sobre o tema. O vereador disse que agora é preciso “ampliar a discussão”, e para isso pretende ouvir “muitos professores, alunos e pais que são favoráveis à iniciativa”, segundo a agência de comunicação da Câmara.

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