A história do sucesso de Dona Onete

Cantora paraense desafia padrões da indústria; o ‘Nexo’ ouviu três profissionais que acompanharam de perto seu crescimento para entender seu sucesso

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    “Talento naif” é uma das maneiras como o produtor Carlos Eduardo Miranda se refere a Dona Onete. O som da cantora paraense, que gravou seu primeiro álbum em 2012, aos 73 anos, tem mesmo algo de espontâneo. Sua voz calejada desponta como um registro quase rústico, sem lapidação, e diferencia de cara a música de Dona Onete em meio a tantos vocais bem produzidos e tecnicamente corretos que se ouve no dia a dia.

    Esta diva sênior do “carimbó chamegado”, como ela mesmo chama sua música, marca presença pelo contraste, na contramão da obsessão pelo jovem e pelo novo. Nos shows, Dona Onete só canta sentada. Sua música e apresentações vêm carregadas de simpatia e sensualidade.

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