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O que são os ‘mapas mentais’ usados pelos vestibulandos (e postados no Instagram)

Técnica gráfica foi criada nos anos 1960 por especialista inglês em memorização e aprendizagem

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    Estudantes que se esmeram na elaboração de resumos coloridos e organizados têm compartilhado os frutos de seu esforço nas redes sociais, principalmente no Instagram.

    A técnica utilizada tem nome: trata-se dos "mapas mentais", diagramas que “ajudam a libertar o potencial do cérebro” fazendo uso de recursos que mobilizam diferentes regiões dele, como imagens, palavras, números, cores, lógica, ritmo e noção espacial.

    Sua criação é atribuída ao inglês Tony Buzan, um escritor e consultor educacional, e foi criada no final dos anos 1960. Ele também criou, anos mais tarde, um software especializado na criação dos mapas.

    O site de Buzan dá algumas dicas de como construir um esquema do tipo: começar pelo centro da página em branco, associando outros conceitos ao redor; usar palavras-chave, imagens e linhas curvas para conectar as informações. O YouTube também está repleto de tutoriais para a confecção dos mapas mentais.

    Para que serve

    Buzan recomenda os mapas mentais não só para estudar, mas para qualquer atividade que envolva reunir e organizar informações, criar e memorizar: preparar uma aula, uma apresentação e realizar tempestades de ideias (os brainstorms) são algumas delas.

    Ele explica que o que faz com que tomar nota em forma de lista ou apenas escrever em linha não funcione é a falta de associações – as conexões são um elemento essencial do mapa mental porque estimulam a memória e o pensamento.

     

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