O que diz a cartilha sobre drogas feita por jovens de comunidades do Rio

'Esse é um lado que nunca é ouvido, o de quem mora nas comunidades'

     

    “Todo mundo do grupo conhece alguém que já morreu”, disse ao Nexo Mayara Donaria, 20 anos. “Eu já vi mortos na porta de casa, aquele sangue escorrendo.” Moradora da Favela da Maré, Donaria tem uma produtora de vídeo e se dedica a trabalhos de audiovisual e de eventos.

    Formado por 15 jovens de diversas comunidades (quase todos no Grande Rio), o grupo a que Donaria se refere se chama Movimentos. Seu principal foco é debater e informar sobre a relação entre políticas de drogas e a violência de seu dia a dia. O projeto será lançado oficialmente no dia 2 de setembro, no Centro de Artes da Maré, no Rio de Janeiro.

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