Um projeto de lei quer criminalizar o funk. De onde vem essa vontade

Combatido pela lei e pela polícia quase desde sua origem, o funk foi associado à criminalidade e bailes cariocas acabaram

     

    Sugestões para criar novas leis ou modificar as atuais podem ser enviadas por qualquer cidadão pelo site do Senado Federal. Se o projeto respeita os termos de uso, é publicado na página e fica aberto durante quatro meses para receber apoios: se atingir 20.000 assinaturas, a ideia é encaminhada para a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa  e debatida pelos senadores.

    Foi assim que um projeto de lei que pretende criminalizar o funk como “crime de saúde pública à criança, aos adolescentes e à família”, de autoria do empresário paulista Marcelo Alonso, chegou ao Senado. Ele superou a marca de 20.000 assinaturas no dia 24 de maio.

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