Por que o mundo nunca esteve tão bem, segundo dados deste pesquisador alemão

Max Roser, da Universidade de Oxford, tenta provar que, nos últimos 200 anos, a vida só melhorou

    O espectro do pessimismo ronda o planeta. As ameaças da destruição total na Coreia, derretimento das calotas polares, fome no mundo, ataques terroristas, a crise econômica e de representação política nos faz pensar que o fim está próximo. É tanta notícia ruim que fica até difícil discernir o que é realidade do que é ficção distópica.

    Mas um economista alemão, pesquisador da Universidade de Oxford, na Inglaterra, trata de afastar a hipótese da catástrofe iminente. Max Roser, de 34 anos, defende, com dados e gráficos, a tese de que nunca a humanidade viveu tão bem como hoje em dia. Roser argumenta que, se olharmos para os últimos 200 anos, temos vários motivos para estarmos bastante otimistas com os rumos que tomamos.

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