O que é o movimento ‘no meu quintal, não’. E como o poder público entra na disputa

Protestos de defesa de ‘direitos da vizinhança’ influenciam dinâmicas de tomada de decisão na cidade

    Imagine uma vizinhança pacata em uma cidade grande. Provavelmente, um bairro de classe média, média alta, cujos moradores são proprietários e estão ali há algum tempo. Um dia, sem aviso, eles acordam com o som estrondoso de uma escavadeira.

    Os habitantes da região se reúnem, procuram saber, discutem e se colocam contra o novo empreendimento. A novidade pode ser um projeto público ou privado: uma estação de metrô, um conjunto habitacional de interesse social, um ponto de ônibus, um depósito de lixo ou grandes torres de escritórios, consideradas inconvenientes porque farão sombra nas casas da rua e sobrecarregarão o abastecimento de água da região, por exemplo.

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