Como o musgo ajudou a curar feridos durante a Primeira Guerra Mundial

Planta tem o dobro do poder de absorção do algodão, material com que as ataduras eram feitas. E tem propriedades antissépticas

Logo nos primeiros dois anos da Primeira Guerra, que teve início na Europa em 1914 (e iria até 1918), um número elevado de feridos já ameaçava esgotar os suprimentos utilizados para fazer curativos.

Com algodão — muito utilizado em uniformes e em explosivos — em falta para as bandagens, cientistas e médicos começaram a testar outros materiais.

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