Como o reggaeton se espalhou por Cuba sem precisar da internet, da TV ou do rádio

Taxado de vulgar e obsceno e vetado pelo regime cubano, gênero garantiu sua difusão por meio de um sistema de distribuição alternativo

 

Em 2012, uma norma jurídica em Cuba baniu “determinadas músicas” de meios de comunicação, estabelecimentos comerciais, centros oficiais, ônibus e espaços públicos. A medida mirava o reggaeton, ritmo de origem panamenha muito popular na ilha e visto pelo regime como “vulgar”.

Na prática, a restrição bloqueou o acesso dos reggaetoneros a estúdios de gravação e a emissoras de rádio e TV, mantidos pelo Estado. Na semiclandestinidade, relegado ao boca a boca e à distribuição não oficial, o reggaeton ainda assim se tornou uma febre entre os jovens cubanos no começo dos anos 2000.

PARA CONTINUAR LENDO,
TORNE-SE UM ASSINANTE

Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
SEM DIFICULDADES

Já é assinante, entre aqui

Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.