Como funciona o pedágio urbano. E em quais casos pode ser uma boa ideia implementá-lo

O ‘Nexo’ perguntou a dois especialistas em mobilidade sobre as vantagens e desvantagens do sistema e sua viabilidade no contexto brasileiro

    A TomTom, empresa especializada em produtos para navegação e trânsito, divulga anualmente um ranking com as cidades mais congestionadas do mundo. O “TomTom Traffic Index” de 2017, divulgado no dia 21 de fevereiro, elegeu a Cidade do México como a que tem o pior trânsito do mundo. O Rio de Janeiro está no topo do ranking, em 8º lugar. Salvador, Recife e Fortaleza também estão entre as 50 cidades mais congestionadas do mundo.

    No debate sobre como aliviar os engarrafamentos das grandes metrópoles, a cobrança do pedágio urbano aparece como possível solução para desincentivar o uso do carro em determinadas áreas da cidade, principalmente no centro, taxando o motorista que adentra o perímetro em que o pedágio é cobrado. 

    PARA CONTINUAR LENDO,
    TORNE-SE UM ASSINANTE

    Tenha acesso ilimitado e apoie o jornalismo independente de qualidade

    VOCÊ PODE CANCELAR QUANDO QUISER
    SEM DIFICULDADES

    Já é assinante, entre aqui

    Todos os conteúdos publicados no Nexo têm assinatura de seus autores. Para saber mais sobre eles e o processo de edição dos conteúdos do jornal, consulte as páginas Nossa equipe e Padrões editoriais. Percebeu um erro no conteúdo? Entre em contato. O Nexo faz parte do Trust Project.