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Como a violência se tornou uma marca da sociedade brasileira

Em entrevista ao ‘Nexo’, sociólogo Sergio Adorno explica as consequências da disseminação da violência na sociedade brasileira e de que maneira ela reforça as desigualdades sociais    

 

Mais de 50 mil pessoas são assassinadas no Brasil todos os anos há mais de uma década. E cenas de horror como as ocorridas nos presídios do Amazonas e de Roraima não são uma novidade no país. Já haviam sido registradas na penitenciária de Pedrinhas, no Maranhão, e relembram o massacre do Carandiru, em São Paulo.

A violência e a falta de uma política eficaz de segurança pública estão entre os problemas mais graves enfrentados pelo Brasil hoje. O Professor Titular do Departamento de Sociologia da USP e diretor do NEV (Núcleo de estudos da Violência), Sergio Adorno, fala nesta entrevista ao Nexo a respeito dessas fragilidades e mostra como elas explicitam questões estruturais da sociedade brasileira, incluindo a desigualdade social e a violência praticada pelo próprio Estado. Nas palavras de Adorno, “o Estado não pode fomentar a violência, o Estado tem que conter a violência”.

As raízes da violência no Brasil

A evolução da violência - como convivemos com ela

A violência praticada pelo Estado

Violência e segurança pública: repressão x prevenção

Políticas públicas de segurança - os diferentes governos

Direitos humanos e o direito à vida

 

Entrevista: Paula MiragliaProdução de vídeo: Ricardo Monteiro

 

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