Mais presídios e penas mais rígidas estão no centro da pauta política. Por que elas são insuficientes

Números e a realidade do sistema penitenciário colocam em questão a eficiência das ações geralmente propostas por agentes públicos e políticos na área da segurança. Para a ONG Sou da Paz, é necessário rever prioridades

     

    A morte de 56 pessoas em um presídio de Manaus expôs mais uma vez falhas crônicas do sistema penitenciário brasileiro, como a superlotação e a falta de segurança dentro dos presídios. Em resposta ao episódio, o presidente Michel Temer antecipou o anúncio do Plano Nacional de Segurança, na quinta-feira (5). No dia seguinte, outro massacre causou 33 mortes em uma penitenciária em Roraima.

    A primeira manifestação pública de Temer sobre o assunto, três dias após o massacre, enfatizou que o governo vai construir mais cinco presídios de segurança máxima. A segunda ação mencionada foi a liberação de R$ 150 milhões para implantação de bloqueadores de sinal de celulares em presídios estaduais.

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