O arquiteto que estuda as ‘cidades fantasmas’ brasileiras

Várias localidades foram abandonadas ao fim de um ciclo de prosperidade econômica. Processo de esvaziamento, porém, envolve outros fatores

     

    Desde a Antiguidade, há povoações que desaparecem deixando vestígios no espaço que ocuparam. Machu Picchu, no Peru, conhecida como “cidade perdida dos Incas”, é talvez a mais lembrada. Mas o mistério desses acontecimentos não é exclusividade do passado distante: há, no mundo todo, “cidades fantasmas” que foram deixadas por seus habitantes no século 20, por razões diversas.

    Um pesquisador da Universidade de Londrina, no Paraná, se dedica há sete anos a descobrir como surgiram, ainda num passado recente, essas “povoações abandonadas”, como ele as chama. Arquiteto, urbanista e filósofo, o professor Nestor Razente buscou responder no livro “Povoações Abandonadas no Brasil” (Editora Eduel) por que, se a urbanização é crescente no mundo, há cidades ou povoados com nenhum ou quase nenhum morador.

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