Os 4 eixos do discurso em que Temer chamou de ‘acidente’ o massacre do presídio de Manaus

Entre as medidas estão a construção de novas cadeias e uma maior articulação da União com a Segurança Pública nos Estados. Pronunciamento foi criticado pelo atraso e pela escolha de algumas palavras

     

    Quatro dias após o massacre que deixou 56 mortos no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), em Manaus, o presidente da República, Michel Temer, falou nesta quinta-feira (5) pela primeira vez sobre o que classificou de “acidente pavoroso”.

    Nos primeiros segundos de um discurso de 12 minutos, realizado em Brasília, na abertura de uma reunião sobre segurança institucional, Temer manifestou solidariedade “às famílias que tiveram seus presos vitimados” pela chacina que, segundo autoridades, foi cometida por membros da facção criminosa FDN (Família do Norte) contra rivais do PCC (Primeiro Comando da Capital).

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