Qual a responsabilidade do Estado no massacre de presos em Manaus

Governo levou 17 horas para debelar rebelião em presídio privatizado e superlotado, no qual facções exerciam controle

    O governo do Estado do Amazonas culpou os próprios presos pela rebelião que, neste domingo (1º), terminou num dos maiores massacres da história do sistema prisional brasileiro, com ao menos 56 mortos.

    As vítimas cumpriam pena no Compaj (Complexo Penitenciária Anísio Jobim), em Manaus. O local havia sido entregue à iniciativa privada em junho de 2014, e, no momento da rebelião, estava superlotado, abrigando entre 1.072 e 1.224 detentos, de acordo com diferentes fontes - números que estão próximos do dobro da capacidade original, que é de 592.

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