Como (e por que) ler Manoel de Barros, o poeta das miudezas

A pedido do ‘Nexo’, dois conhecedores da obra do mato-grossense aconselham por onde começar a lê-lo e destacam um poema preferido

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    O poeta mato-grossense Manoel de Barros morreu em 2014 e faria 100 anos em 19 de dezembro de 2016. Sua obra conta com 18 livros de poesia publicados, textos infantis e relatos autobiográficos. É marcada pela inventividade na linguagem, característica que já o fez ser comparado a Guimarães Rosa (autor contemporâneo a ele), pela proximidade com a natureza e com aquilo que é prosaico.

    “Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias (do mundo e as nossas).Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.Fiquei emocionado.Sou fraco para elogios”

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