4 filmes de jovens diretoras brasileiras para ver ainda em 2016

Dois curtas, dois longas. Duas ficções, dois documentários. As mulheres têm feito barulho por mais representatividade no cinema e sua produção vem ganhando mais visibilidade

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    O ano de 2015 foi importante para a discussão sobre a representatividade - e por que não, a representação - feminina no cinema, no Brasil e no mundo.

    Atrizes de Hollywood denunciavam a diferença de salário e de idade entre homens e mulheres nos papéis principais, festivais de cinema internacionais eram alvo de críticas ou abriam espaço para discussões sobre igualdade de gênero e, por aqui, a diretora paulistana Anna Muylaert falava publicamente das situações de machismo enfrentadas no lançamento e promoção de seu filme, “Que Horas Ela Volta?”.

    O debate não morreu em 2016. Mas também assumiu outras frentes, como a criação de mostras e festivais direcionadas a valorizar a produção audiovisual feita por mulheres. Passou-se, para além da discussão, a articular espaços que dessem vazão aos filmes de diretoras, que nem sempre tiveram espaço garantido.

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