Como uma rede de conexões místicas pode derrubar a presidente da Coreia do Sul

Primeira mulher a presidir o país é acusada de abrir segredos de Estado para conselheira pessoal, cuja ligação remonta quase 40 anos de proximidade entre misticismo e poder

     

    Uma mistura de corrupção e misticismo ameaça levar ao fim prematuro do mandato da primeira mulher a presidir a Coreia do Sul. Park Geun-hye é acusada por adversários de se deixar controlar por uma conselheira mística que tinha acesso a assuntos de Estado, embora não fosse membro do governo.

    O escândalo teve início depois que o canal de TV sul-coreano Chosun mostrou imagens da conselheira Choi Soon-sil dando ordens à presidente e comentando o itinerário de uma viagem internacional que Park faria dias depois. Choi também aconselha a presidente sobre o que vestir e que cores usar de acordo com cada dia da semana.

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