Os aplicativos sobre os ciclos menstruais e a exposição de dados pessoais das usuárias

Programas de monitoramento ajudam no autoconhecimento. Mas também têm implicações para a privacidade

     

    A premissa é quase sempre a mesma: dar às mulheres mais controle e conhecimento sobre o próprio corpo. Ela vai ao encontro das novas bandeiras do movimento feminista, como usar copinhos coletores para entrar em contato com o fluxo menstrual e conhecer melhor o próprio corpo

    Mas aplicativos e aparelhos de controle do ciclo menstrual têm despertado a preocupação de entidades de defesa de direitos humanos. É que, por trás do marketing, há um imenso volume de dados sensíveis sendo produzidos - ao usar apps como o Glow, Period Tracker e o Clue, por exemplo, as mulheres dão informações sobre seus ciclos menstruais, alterações de humor, período fértil e até mesmo se fizeram sexo (e em qual posição). E, na maior parte dos casos, não é só as empresas por trás dos aplicativos que têm acesso a eles.

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