O que as eleições de 2016 já revelaram sobre o novo modelo de financiamento de campanha

Sem dinheiro de empresas, há candidatos a prefeito e a vereador que usaram recursos do próprio bolso para cobrir custos; doações pela internet não avançaram

     

    As eleições municipais de 2016 marcam o retorno do veto a doações de empresas a campanhas, algo que não ocorria desde o início dos anos 1990. Os dados iniciais das prestações de contas apresentadas pelos candidatos ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já mostram alguns reflexos da nova regra.

    O dinheiro de empresas privadas representou em 2012 - última eleição municipal - cerca de 80% do total arrecadado pelas campanhas. Sem esse recurso, os candidatos contam principalmente com o Fundo Partidário (dinheiro da União destinado a partidos) e com as doações de pessoas físicas. A campanha começou oficialmente em 16 de agosto e terá seu primeiro turno realizado em 2 de outubro.

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