Por que muitas pessoas ainda resistem a pagar por música

Jovens são mais propensos a pagar para usar serviços de streaming, o que pode ser um bom sinal para o mercado. Mas número ainda é baixo: só 10% dos usuários desembolsam algo para ouvir música

     

    Em 2007, um artigo do jornal inglês “The Guardian” cravou que “ninguém quer mais pagar por música”. Era o auge da crise do mercado musical: o iPod, tocador de música da Apple, já era um hit mercadológico. O iPhone, que mudou paradigmas sobre dispositivos móveis e reinventou a internet móvel, tinha acabado de ser lançado.

    O que mudou quase dez anos depois? Hoje, as gravadoras e artistas se organizaram de maneira a vender música no formato digital. Serviços como a iTunes Store, da Apple, e a Google Play, do Android, vendem os arquivos musicais, protegidos de maneira que você não consiga copiá-los para outros dispositivos.

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