Como um robô está tentando prever qual livro é um potencial best-seller

Empresa pretende explorar melhor obras que podem fazer sucesso e intermediar contato com editoras

     

    O clássico literário “O Senhor das Moscas”, de William Golding, foi rejeitado 20 vezes antes de ser publicado. “Carrie a Estranha”, de Stephen King, 30 vezes. “E o Vento Levou”, 38 vezes. Marcel Proust teve que pagar ele mesmo com os custos de publicação de “Em Busca do Tempo Perdido”. E editores disseram a J. K. Rowling, autora da série “Harry Potter”, que não abandonasse seu emprego para seguir carreira na literatura quando ela apresentou “Harry Potter e A Pedra Filosofal”. Ela diz que guarda até hoje em seu sótão as cartas que rejeitavam o livro.

    Histórias de livros rejeitados inicialmente que depois vieram a fazer muito sucesso são comuns. E é provável que muitos potenciais “best sellers” ainda estejam em alguma gaveta (ou publicada discretamente em algum site obscuro da internet). Diante desse cenário, uma startup fundada em 2012 em Berlim, a Inkitt, tenta lidar com a questão usando um robô que detecta o potencial de venda de um livro.

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