Qual é o fundamento atual do pedido de impeachment de Dilma e o que pode vir de novo

Processo que tramita na Câmara se baseia em argumentos de outubro do ano passado; OAB fará nova denúncia incluindo delação de Delcídio e nomeação de Lula

     

    Em dezembro de 2015, quando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu a denúncia de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, o Brasil já vivia uma crise política. O cenário, contudo, se tornaria ainda mais complexo neste ano com a delação do senador Delcídio do Amaral (Sem partido-MS), os grampos telefônicos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a lista de políticos supostamente beneficiados pela Odebrecht.

    A comissão especial da Câmara que hoje analisa o impedimento da petista continua baseada na denúncia apresentada em setembro, e ampliada em outubro, pelos advogados Hélio Bicudo, Janaina Paschoal e Miguel Reale Júnior.

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