Por que Dilma tem de cair, por que Dilma tem de ficar, segundo seus críticos e apoiadores

Como opositores e governistas interpretam a continuidade ou a interrupção do mandato da presidente diante de três elementos: a multidão nas ruas, os processos que apuram corrupção no governo e a paralisia de um governo em crise

     

    A manifestação pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff pôs, segundo o Datafolha, 500 mil pessoas nas ruas de São Paulo, no domingo (13). Para os organizadores e a polícia, esse número foi de 1,4 milhão. Em ambas contagens, o protesto já é considerado “o maior ato político da história do país”.

    Para os críticos da presidente, a resposta massiva do povo nas ruas é um argumento decisivo para a interrupção de seu mandato, cuja autoridade vem sendo minada desde que ela foi reeleita, em janeiro de 2014, primeiro por questionamentos na Justiça Eleitoral sobre “abuso de poder econômico” durante a campanha, e, a partir de 2 de dezembro, pela abertura de um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

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