Preso apresentado ao juiz em 24 horas: prática avança, mas ainda é restrita

Realização de audiências de custódia na capital de São Paulo completa um ano e tem entre seus objetivos evitar prisões desnecessárias e o aumento de detentos. Para especialistas, é preciso incluir outras ações

     

    A prática de apresentar presos em flagrante em até 24 horas a juízes na cidade de São Paulo completou um ano nessa quarta-feira (24). Em 45,5% dos casos analisados, os magistrados optaram por deixar os suspeitos em liberdade até o julgamento. Furto, roubo e tráfico de drogas representam a maior parte dos crimes analisados.

    Antes de as "audiências de custódia", como é chamada a prática, serem instituídas pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), suspeitos ficavam presos provisoriamente até serem ouvidos, o que muitas vezes não tinha prazo para ocorrer e poderia levar em média seis meses.

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