O ativismo de sofá pode funcionar. Professores estudaram quatro casos

Mudar a foto de perfil para uma causa, usar hashtags e enviar mensagens para autoridades: a militância de virtual tem o seu papel

     

    Mudar a foto de perfil para manifestar apoio a vítimas de uma tragédia; utilizar uma hashtag para reunir denúncias sociais; retuitar fotos de protesto; cobrar autoridades nas redes sociais. Nada disso é novo. Há tempos, discute-se a eficiência do chamado ativismo de sofá.

    Um novo estudo, conduzido pela professora Sandra Gonzáles-Bailón, da Universidade da Pensilvânia, e de Pablo Barberá, da Universidade de Nova York, revela agora que esse tipo de ação online pode, sim, ajudar em determinadas causas.

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