Como Cunha mudou seu discurso sobre o impeachment, em 9 frases

Presidente da Câmara confirmou, negou e desconversou sobre possibilidade de dar seguimento ao impedimento da presidente nos últimos 8 meses

    No dia seguinte à maior manifestação pedindo a saída de Dilma Rousseff, realizada em 15 de março, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) rejeitava a tese do impeachment. O posicionamento do presidente da Câmara foi mudando gradualmente ao longo do ano. Ele nega que avanço de investigações da Lava Jato, da qual é alvo, e rompimento com o governo tenham influenciado sua decisão de aceitar dar sequência ao pedido de impedimento de Dilma.

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