Como as discussões sobre armas no Brasil e nos EUA se chocam

Por lá, política permissiva é criticada pelo presidente Barack Obama; por aqui, deputados querem flexibilizar a rigidez da legislação

    No dia 29 de novembro, o presidente americano, Barack Obama, divulgou um duro comunicado contra a facilidade com que se compra uma arma no país, após um novo ataque no Estado do Colorado. O atentado, em uma clínica de planejamento familiar que, entre outras coisas, fazia abortos legais, deixou três pessoas mortas e nove feridas.

    “Temos que fazer algo sobre o fácil acesso a armas de guerra nas nossas ruas a pessoas que não deveriam empunhá-las. Pronto. Já deu”

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