Pílula anticoncepcional: da revolução sexual à revisão de seu uso

Inventado nos anos 1960, medicamento revolucionou a contracepção e o comportamento. Mas tem sido questionado por mulheres que buscam menos hormônios e mais partilha de responsabilidade com os homens

A pílula anticoncepcional chegou ao mercado nos anos 1960 e revolucionou a saúde e o comportamento. Muito mais eficiente para evitar a gravidez, impactou a autonomia das mulheres sobre o próprio corpo e possibilitou a tomada de decisão, por parte delas e das famílias, a respeito de querer ter filhos, além de quando e quantos.

Desencadeou, assim, uma mudança comportamental importante na relação das mulheres com o sexo, sobretudo do sexo fora do casamento, e é, por isso, frequentemente indicada como estopim da Revolução Sexual.

Vá ainda mais fundo

America and the Pill: A History of Promise, Peril, and Liberation”, da historiadora Elaine Tyler May

Contraception and Abortion from the Ancient World to the Renaissance”, de John M. Riddle

The Doctor’s Case Against the Pill”, de Barbara Seaman

Margaret Sanger: A Life of Passion”, de Jean Baker

Our bodies, Ourselves

The Birth of the Pill” (O nascimento da pílula), do jornalista Jonathan Eig 

Repackaging the pill” (Reempacotando a pílula) episódio do podcast “99% invisible”, sobre como a embalagem do medicamento evoluiu na história

Revista Realidade, nº 10

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