Computadores que tomam decisões levando em conta o que “pensam” ser melhor para você ou ainda robôs que andam, travam conversas banais e sentem emoções. Máquinas construídas a espelho dos seres humanos são um desejo de mais de meio século no mundo, mas nem por isso o cenário descrito acima é uma realidade tão próxima atualmente.
A última década marcou a entrada de grandes empresas de tecnologia, como Google, Facebook, Baidu e Microsoft, na corrida pelo avanço da chamada inteligência artificial, ou simplesmente IA. O aumento de interesse e da capacidade de processamento disponível permitiu um salto do que se pode fazer ensinando máquinas a pensar, indo de uma “simples” partida de xadrez, chegando a tarefas mais sofisticadas como identificar gatos em vídeos ou até fazer música.